“Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!” (João 20) A palavra paz pode nos reportar a ausência de conflitos, problemas. Gosto de pensar na paz, não como ausência de guerra, mas como um estado de espírito. A bíblia diz que a paz é um fruto do espírito. Como todo fruto do espírito, a paz é algo que pertence aos processos da nossa interioridade. Esse texto que lemos é muito interessante. Jesus havia sido crucificado, morto, já era o terceiro dia. Havia uma perseguição aos seus discípulos, por parte das principais autoridades religiosas. Os discípulos estavam trancafiados numa casa em Jerusalém, com muito medo dos judeus. O texto, diz: “Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus”. Veio Jesus, atravessou as paredes, ficou entre eles e disse: “Paz seja convosco”. Eu acredito, que mesmo em meio àquela temerosa situação, houve uma grande manifestação de paz no coração dos discípulos. Sei, também, pela narrativa do texto, que o momento de perseguição que estavam passando, continuou existindo. Oito dias depois daquele acontecimento, os discípulos ainda estavam trancados. Isso prova que as perseguições continuavam. Você verá isso, se ler a segunda parte do texto, que diz: “Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco”. Estamos vivendo um tempo de muitas ameaças e medos. Eu queria que você soubesse, que mesmo nesse tempo difícil poderemos ser visitados pela paz de Deus. Uma paz que não depende da ausência das dificuldades. Mesmo que o nosso entendimento, diga que existe uma grande ameaça, existirá a possibilidade da paz de Deus nos nossos corações. Poderemos colocar nossos medos diante de Deus, através da oração e súplica. O apóstolo Paulo, disse: “Sejam conhecidas diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. Eu quero orar com você: “Pai, queremos colocar diante de ti as nossas aflições, nossos medos. Queremos ser visitados pela tua paz, que excede todo o nosso entendimento. Guarda os nossos corações e as nossas mentes em Cristo Jesus. Nos ensina a ocupar o nosso pensamento, com aquilo que é amável, virtuoso, de boa fama. Para nossa paz e tua glória. Amém!”
Devocional

Paz em tempos de guerra

“Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!” (João 20)

A palavra paz pode nos reportar a ausência de conflitos, problemas. Gosto de pensar na paz, não como ausência de guerra, mas como um estado de espírito. A bíblia diz que a paz é um fruto do espírito. Como todo fruto do espírito, a paz é algo que pertence aos processos da nossa interioridade. Esse texto que lemos é muito interessante. Jesus havia sido crucificado, morto, já era o terceiro dia. Havia uma perseguição aos seus discípulos, por parte das principais autoridades religiosas. Os discípulos estavam trancafiados numa casa em Jerusalém, com muito medo dos judeus. O texto, diz: “Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus”. Veio Jesus, atravessou as paredes, ficou entre eles e disse: “Paz seja convosco”. Eu acredito, que mesmo em meio àquela temerosa situação, houve uma grande manifestação de paz no coração dos discípulos. Sei, também, pela narrativa do texto, que o momento de perseguição que estavam passando, continuou existindo. Oito dias depois daquele acontecimento, os discípulos ainda estavam trancados. Isso prova que as perseguições continuavam. Você verá isso, se ler a segunda parte do texto, que diz: “Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco”. Estamos vivendo um tempo de muitas ameaças e medos. Eu queria que você soubesse, que mesmo nesse tempo difícil poderemos ser visitados pela paz de Deus. Uma paz que não depende da ausência das dificuldades. Mesmo que o nosso entendimento, diga que existe uma grande ameaça, existirá a possibilidade da paz de Deus nos nossos corações. Poderemos colocar nossos medos diante de Deus, através da oração e súplica. O apóstolo Paulo, disse: “Sejam conhecidas diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. Eu quero orar com você: “Pai, queremos colocar diante de ti as nossas aflições, nossos medos. Queremos ser visitados pela tua paz, que excede todo o nosso entendimento. Guarda os nossos corações e as nossas mentes em Cristo Jesus. Nos ensina a ocupar o nosso pensamento, com aquilo que é amável, virtuoso, de boa fama. Para nossa paz e tua glória. Amém!

Flávio Leite

REFLEXÕES AUTORAIS SOBRE HUMANIDADE Palestrante, educador e estudioso da filosofia e do comportamento humano 👇🏽Leia a crônica da semana www.flavioleite.com

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *