Devocional

O alimento da alma

“SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre” (Salmo 131)

Vez por outra volto a esse salmo. Ele traz sensações de tranquilidade, em meio as agitações do caminho. Me conscientiza do que realmente preciso, para permanecer navegando no mar da vida. Revela o que nutre, o que alimenta a fome do espírito, para que eu tenha forças para continuar a navegação. Numa sociedade de consumo, faminta, precisamos discernir o que verdadeiramente alimenta a alma, o que sacia nossa fome existencial. A principal fome do ser não é por coisas que perecem, mas, pela presença da esperança do que é eterno. O salmista Davi compartilha conosco esse conhecimento. Enxerga na esperança do acolhimento de Deus, a verdadeira comida para as nossas almas famintas. Eu quero orar com você: “Pai, num tempo de tanta ansiedade, sensações de fome existencial, mostra-nos o que realmente pode suprir a fome das nossas almas ansiosas e inquietas. Ajuda-nos a enxergarmos o nosso caminho com esperança. Para nosso fortalecimento de espírito e tua glória. Amém!

Flávio Leite

REFLEXÕES AUTORAIS SOBRE HUMANIDADE Palestrante, educador e estudioso da filosofia e do comportamento humano 👇🏽Leia a crônica da semana www.flavioleite.com

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