Devocional

Enxergando Deus no comum da vida

“Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mateus 25)

No mundo da meritocracia, do poder, da grandeza, da sofisticação, é muito confortante saber da existência de um Deus que é despretensioso na sua forma de se comunicar. Um Deus que se identifica com o que é simples, pequeno. Nesse ensinamento trazido por Jesus de Nazaré, Deus não está figurado no que dá, mas, no carente, no pobre, no simples, no que é pequeno. Não existe outra forma de conhecer quem Deus é, sem passar por essa experiência; sem passar pela vida desse outro. E esse outro, na condição de necessitado, oprimido, injustiçado. Num tempo de tantas necessidades, precisamos enxergar Deus no aflito. Eu quero orar com você: “Pai, ensina-nos a enxergarmos a tua presença através do que tem fome, sede; do que necessita de ajuda. Ensina-nos a enxergar o teu reino, na possibilidade de socorrermos o necessitado. Para nosso bem espiritual e tua glória. Amém!

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