Devocional

A fragilidade que nos alimenta a alma

“SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre” (Salmo 131)

Todos nós precisamos cuidar da alma. Somos fatigados pelas muitas tarefas que nos são impostas. Necessitamos conhecer o que realmente pode nos trazer refrigério interior. Pertencemos a uma geração que ignora o que pode deformar a alma. Por não entender, enxerga o poder como virtude e a fragilidade como estorvo. Jesus disse que felizes os que são frágeis, os que choram, porque serão consolados. Não são os poderosos que serão consolados, que receberão alento para a alma. O consolo nos traz o descanso necessário para alma. Davi escreve esse salmo num momento difícil da sua história. Ele precisa de descanso e sabe onde encontrar. É um homem experimentado na vida. Já passou por muitas coisas, inclusive, pela experiência de poder. Davi foi um guerreiro bem-sucedido, um grande e respeitado rei. Poderia ter falado de descanso da alma, não na perspectiva da fragilidade, mas, na perspectiva do poder. Ao contrário, disse: “Senhor, não é altivo o meu olhar e não estou atrás de poder para me sentir descansado”. Eu quero orar com você: “Pai, queremos experimentar o teu descanso na alma durante esse dia. Em tudo que formos fazer, sejamos conscientes de que somos frágeis, necessitados do teu colo e alimento. Para tua glória e alento das nossas almas. Amém!

Flávio Leite

REFLEXÕES AUTORAIS SOBRE HUMANIDADE Palestrante, educador e estudioso da filosofia e do comportamento humano 👇🏽Leia a crônica da semana www.flavioleite.com

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